PLATAFORMA PREMIUM DE GESTÃO DE CLÍNICA, CENTRO E HOSPITAL DE ENDOSCOPIA
Raio-X Financeiro do Negócio
Calculadora de Ponto de Equilíbrio para Serviços e Digitais
| Margem de Contribuição | 0% |
| De cada R$ 1.000,00 vendidos, sobram R$ 0,00 para pagar os custos fixos. | |
PLATAFORMA PREMIUM DE GESTÃO DE CLÍNICA, CENTRO E HOSPITAL DE ENDOSCOPIA
Quero que você desenvolva uma plataforma PREMIUM, completa, modular, escalável e pronta para produção para clínicas, centros e hospitais especializados em endoscopia.
Não quero um simples sistema de agenda ou prontuário.
Quero uma plataforma operacional completa que integre:
- paciente;
- médico;
- endoscopista;
- anestesiologista;
- enfermagem;
- recepção;
- centro de endoscopia;
- sala;
- equipamento;
- agenda;
- autorização;
- preparo;
- procedimento;
- sedação;
- anestesia;
- enfermagem;
- imagens;
- vídeos;
- biópsias;
- amostras;
- anatomopatológico;
- laudo;
- recuperação;
- alta;
- faturamento;
- convênios;
- glosas;
- estoque;
- materiais;
- medicamentos;
- manutenção de equipamentos;
- indicadores;
- CRM;
- financeiro;
- B2B;
- marketplace;
- gestão de múltiplas unidades.
A plataforma deve servir inicialmente para endoscopia digestiva, mas sua arquitetura precisa permitir expansão para outros procedimentos endoscópicos e especialidades.
1. PRINCÍPIO ARQUITETURAL FUNDAMENTAL
Utilizar LOGIN ÚNICO.
O mesmo usuário poderá ser:
- paciente;
- responsável financeiro;
- médico;
- endoscopista;
- anestesiologista;
- enfermeiro;
- técnico;
- proprietário de clínica;
- administrador;
- gestor;
- comprador B2B;
- representante de empresa;
- fornecedor;
- funcionário.
Não criar contas duplicadas.
Separar:
USER
PERSONAL_PROFILE
ORGANIZATION
ORGANIZATION_MEMBERSHIP
PATIENT_PROFILE
PROFESSIONAL_PROFILE
SUPPLIER_PROFILE.
2. CONTEXT SWITCHER
Após o login:
João Silva
[ Minha conta ▼ ]Mostrar:
Minha conta
Clínica Endo ABC — Proprietário
Hospital XYZ — Médico
Centro Endoscópico DEF — Administrador
Empresa GHI — Comprador
Criar empresa.
O usuário deve conseguir trocar de contexto sem novo login.
3. MODO PACIENTE
Quando estiver em:
MINHA CONTA
mostrar:
Meu perfil
Meus exames
Minhas consultas
Meus procedimentos
Meus preparos
Minhas prescrições
Meus resultados
Meus laudos
Minhas imagens
Meus documentos
Meus pagamentos
Minhas faturas
Meus agendamentos
Meus médicos
Mensagens
Notificações.
4. MODO EMPRESA
Quando o usuário estiver administrando uma clínica:
Dashboard
Agenda
Pacientes
CRM
Solicitações
Procedimentos
Salas
Equipamentos
Profissionais
Equipes
Enfermagem
Anestesia
Preparo
Check-in
Procedimentos em andamento
Recuperação
Laudos
Imagens
Vídeos
Amostras
Patologia
Estoque
Medicamentos
Materiais
Compras
Financeiro
Convênios
Faturamento
Glosas
Comissões
Relatórios
Indicadores
Manutenção
Configurações.
5. ORGANIZATION
Uma organização pode ser:
CLINIC
ENDOSCOPY_CENTER
HOSPITAL
DIAGNOSTIC_CENTER
PATHOLOGY_LAB
ANESTHESIA_PROVIDER
MEDICAL_GROUP
SUPPLIER
BUYER
SELLER
BUYER_AND_SELLER.
Uma clínica de endoscopia também poderá contratar:
- laboratório;
- manutenção;
- equipamentos;
- limpeza;
- TI;
- contabilidade;
- anestesia;
- serviços médicos;
- suprimentos.
6. MULTIUNIDADE
Uma organização poderá ter:
Unidade Brasília
Unidade Goiânia
Unidade São Paulo
etc.
Cada unidade possuirá:
- salas;
- equipamentos;
- profissionais;
- agendas;
- estoque;
- financeiro;
- convênios;
- procedimentos.
7. CADASTRO DO PACIENTE
Campos:
Nome
Nome social quando aplicável
Data de nascimento
Sexo
CPF/NIF conforme país
Documento
Telefone
Endereço
Contato de emergência
Responsável
Convênio
Plano
Número da carteira
Validade
Observações administrativas.
Separar claramente:
dados cadastrais;
dados clínicos;
dados financeiros.
8. PRONTUÁRIO
Criar prontuário eletrônico completo.
Estrutura:
IDENTIFICAÇÃO
QUEIXA PRINCIPAL
HISTÓRIA CLÍNICA
ANTECEDENTES
MEDICAMENTOS
ALERGIAS
COMORBIDADES
CIRURGIAS PRÉVIAS
HISTÓRICO FAMILIAR
EXAMES ANTERIORES
INDICAÇÃO
AVALIAÇÃO PRÉ-PROCEDIMENTO
PROCEDIMENTO
SEDACÃO/ANESTESIA
RECUPERAÇÃO
LAUDO
PATOLOGIA
ORIENTAÇÕES
ACOMPANHAMENTO.
9. ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA
Criar módulo específico.
Possibilitar registrar:
- indicação;
- preparo;
- jejum;
- medicamentos;
- sedação;
- anestesia;
- introdução do aparelho;
- esôfago;
- junção esofagogástrica;
- estômago;
- fundo;
- corpo;
- antro;
- incisura;
- piloro;
- duodeno;
- papila quando visualizada;
- achados;
- biópsias;
- terapêutica;
- complicações.
Não deixar os campos clínicos totalmente fixos.
Permitir formulários configuráveis.
10. COLONOSCOPIA
Criar módulo específico.
Registrar:
- indicação;
- preparo intestinal;
- qualidade do preparo;
- alcance do exame;
- ceco;
- válvula ileocecal;
- íleo terminal quando examinado;
- cólon direito;
- transverso;
- descendente;
- sigmoide;
- reto;
- achados;
- pólipos;
- biópsias;
- polipectomias;
- terapêutica;
- complicações.
Permitir registrar parâmetros e classificações utilizadas pela instituição/profissional.
11. RETOSSIGMOIDOSCOPIA
Criar módulo.
12. ENTEROSCOPIA
Preparar módulo.
13. CPRE
Preparar arquitetura específica para procedimentos terapêuticos avançados.
Registrar:
- indicação;
- técnica;
- sedação/anestesia;
- achados;
- canulação;
- intervenções;
- dispositivos;
- materiais;
- complicações;
- controle pós-procedimento.
14. ECOENDOSCOPIA
Criar módulo preparado para:
- EUS;
- achados;
- estruturas examinadas;
- medidas;
- lesões;
- punções;
- FNA/FNB;
- amostras.
15. BRONCOSCOPIA
A arquitetura deve permitir expansão para endoscopia respiratória.
Não criar outro sistema.
Ativar como módulo.
16. CISTOSCOPIA
Preparar módulo.
17. ENDOSCOPIA TERAPÊUTICA
Criar estrutura para:
- polipectomia;
- mucosectomia;
- dilatação;
- hemostasia;
- retirada de corpo estranho;
- colocação/remoção de dispositivos;
- outros procedimentos.
Os procedimentos devem ser configuráveis.
18. INDICAÇÃO
Cada procedimento deve possuir:
- indicação;
- solicitante;
- especialidade solicitante;
- hipótese diagnóstica;
- diagnóstico conhecido;
- urgência;
- observações.
19. SOLICITAÇÃO MÉDICA
Permitir anexar:
- pedido médico;
- exames;
- documentos;
- imagens;
- relatórios.
Extrair dados via OCR quando possível.
20. TRIAGEM PRÉ-PROCEDIMENTO
Criar checklist:
- alergias;
- medicamentos;
- anticoagulantes;
- antiagregantes;
- diabetes;
- doenças cardíacas;
- doenças respiratórias;
- cirurgias anteriores;
- anestesias anteriores;
- complicações;
- próteses;
- dispositivos;
- gravidez quando aplicável;
- histórico relevante.
Não criar regras clínicas rígidas sem permitir configuração conforme protocolo institucional e legislação.
21. MEDICAMENTOS
Registrar:
nome;
dose;
via;
frequência;
horário;
última dose;
prescrição;
uso contínuo.
Criar alertas configuráveis para medicamentos relevantes ao preparo e procedimento.
Não substituir decisão médica.
22. PREPARO DO PACIENTE
Criar módulo de preparo.
O sistema deve gerar instruções conforme:
- procedimento;
- idade;
- protocolo da instituição;
- data;
- horário;
- condições cadastradas.
Para colonoscopia:
- dieta;
- preparo intestinal;
- horários;
- hidratação;
- medicamentos;
- instruções.
O protocolo deve ser parametrizável e validado pela equipe médica.
23. PORTAL DO PACIENTE
Paciente recebe:
preparo;
documentos;
horário;
endereço;
orientações;
checklist;
confirmação;
consentimentos;
informações de chegada.
24. CONFIRMAÇÃO DE PROCEDIMENTO
Paciente deve confirmar:
“Estou ciente da data e horário.”
Registrar:
timestamp;
IP quando aplicável;
versão da informação;
usuário.
25. CONSENTIMENTO
Criar consentimento digital.
Tipos:
- endoscopia;
- sedação;
- anestesia;
- biópsia;
- procedimento terapêutico;
- uso de imagens;
- compartilhamento de dados;
- envio de material para patologia.
Versionar cada documento.
26. CHECK-IN
Recepção registra:
chegada;
documentos;
acompanhante;
convênio;
autorização;
termos;
preparo;
peso;
sinais vitais quando aplicável.
Status:
ARRIVED
CHECKED_IN
WAITING
IN_PREPARATION
READY_FOR_PROCEDURE.
27. AGENDA
Agenda por:
- médico;
- endoscopista;
- anestesista;
- enfermeiro;
- sala;
- equipamento;
- procedimento;
- unidade.
Evitar conflitos automaticamente.
28. RECURSOS
O sistema deve tratar como recursos:
- sala;
- torre de endoscopia;
- endoscópio;
- processador;
- fonte de luz;
- monitor;
- equipamento de anestesia;
- leito;
- recuperação;
- equipamentos auxiliares.
Nenhum recurso pode ser reservado simultaneamente quando houver conflito.
29. EQUIPAMENTOS
Cadastrar:
marca;
modelo;
número de série;
patrimônio;
tipo;
localização;
status;
data de aquisição;
garantia;
manutenção;
calibração;
limpeza/desinfecção;
histórico.
30. ENDOSCÓPIOS
Criar cadastro específico.
Campos:
fabricante;
modelo;
número de série;
identificação interna;
tipo;
status;
última utilização;
última limpeza;
última desinfecção;
manutenção;
defeitos;
localização.
31. RASTREABILIDADE DO ENDOSCÓPIO
Cada procedimento deve registrar:
qual equipamento foi utilizado;
qual sala;
qual profissional;
horário;
processo de limpeza;
processo de desinfecção;
responsável.
Isso é fundamental.
32. PROCESSAMENTO / DESINFECÇÃO
Criar módulo de rastreabilidade.
Registrar:
equipamento;
ciclo;
data;
hora;
responsável;
processo;
resultado;
ocorrências;
liberação.
Os parâmetros devem ser configuráveis conforme os protocolos e normas aplicáveis à instituição.
33. SALA
Cada sala possui:
capacidade;
equipamentos;
agenda;
profissionais;
recursos;
status.
Status:
AVAILABLE
OCCUPIED
CLEANING
MAINTENANCE
BLOCKED.
34. PROCEDIMENTO
Fluxo:
PACIENTE
↓
CHECK-IN
↓
PREPARO
↓
SALA
↓
IDENTIFICAÇÃO
↓
TIME-OUT
↓
SEDACÃO/ANESTESIA
↓
PROCEDIMENTO
↓
IMAGENS
↓
BIÓPSIAS
↓
FINALIZAÇÃO
↓
RECUPERAÇÃO
↓
LAUDO
↓
ALTA.
35. TIME-OUT
Criar checklist configurável antes do procedimento.
Confirmar:
paciente;
procedimento;
indicação;
consentimento;
alergias;
materiais;
equipamentos;
equipe.
Registrar quem participou.
36. SEDAÇÃO E ANESTESIA
Criar módulo independente.
Registrar:
avaliação;
medicamentos;
doses;
vias;
horários;
monitorização;
eventos;
profissional responsável;
intercorrências.
Não fornecer protocolos médicos automáticos sem validação institucional.
37. MONITORIZAÇÃO
Permitir registrar:
pressão arterial;
frequência cardíaca;
SpO2;
frequência respiratória;
temperatura;
nível de consciência;
oxigenação;
outros parâmetros configuráveis.
Criar gráfico temporal.
38. FICHA ANESTÉSICA
Registrar eventos com timestamp:
T0
T+5
T+10
T+15
etc.
Permitir intervalos configuráveis.
39. PROCEDIMENTO EM TEMPO REAL
O médico deve conseguir registrar:
hora de início;
hora de término;
equipamento;
achados;
procedimentos terapêuticos;
biópsias;
complicações.
40. IMAGENS
Capturar:
fotos;
vídeos;
frames.
Organizar por:
procedimento;
anatomia;
ordem;
timestamp.
41. VÍDEO
Permitir upload e armazenamento seguro.
Metadados:
procedimento;
paciente;
data;
profissional;
equipamento.
Criar controle de acesso.
42. INTEGRAÇÃO COM EQUIPAMENTOS
Criar arquitetura para integração futura com:
torres;
processadores;
sistemas de captura;
PACS;
DICOM quando aplicável;
servidores de imagem.
Não inventar protocolos.
Criar adapters.
43. BIÓPSIA
Criar módulo específico.
Cada amostra recebe:
ID único;
número;
local anatômico;
tipo;
descrição;
quantidade;
data;
hora;
profissional;
recipiente;
fixador quando informado;
destino.
44. RASTREABILIDADE DA AMOSTRA
Fluxo:
COLETA
↓
IDENTIFICAÇÃO
↓
ACONDICIONAMENTO
↓
ENVIO
↓
RECEBIMENTO
↓
PROCESSAMENTO
↓
LAUDO.
Registrar cada evento.
45. PATOLOGIA
Preparar integração com laboratório de anatomopatologia.
Status:
REQUESTED
COLLECTED
SENT
RECEIVED
PROCESSING
RESULT_READY
REVIEWED.
46. RESULTADO
Quando o resultado estiver disponível:
Paciente recebe notificação conforme política da instituição.
Médico recebe alerta.
Registrar quem visualizou.
47. LAUDO ENDOSCÓPICO
Gerar laudo estruturado.
Estrutura:
IDENTIFICAÇÃO
INDICAÇÃO
PREPARO
SEDAÇÃO
EQUIPAMENTO
TÉCNICA
ACHADOS
CONCLUSÃO
BIÓPSIAS
PROCEDIMENTOS
COMPLICAÇÕES
RECOMENDAÇÕES
PATOLOGIA PENDENTE.
48. LAUDO ESTRUTURADO
Criar templates por procedimento:
EDA
COLONOSCOPIA
RETOSSIGMOIDOSCOPIA
CPRE
ECOENDOSCOPIA
ENTEROSCOPIA
OUTROS.
49. CAMPOS PADRONIZADOS
Os campos devem ser configuráveis.
Permitir:
texto;
checkbox;
select;
número;
medida;
imagem;
tabela;
lista;
campo estruturado.
50. ASSINATURA
Laudo:
rascunho;
revisão;
assinado;
emitido.
Nunca permitir alteração silenciosa após emissão.
Criar versionamento.
51. RECUPERAÇÃO
Após procedimento:
leito;
horário;
sinais vitais;
dor;
consciência;
náusea;
vômito;
eventos;
alta.
52. CRITÉRIOS DE ALTA
Criar checklist configurável pela instituição.
Não codificar um protocolo clínico universal.
Registrar:
responsável pela liberação;
data;
hora;
orientações.
53. ALTA
Gerar:
relatório;
orientações;
medicações;
sinais de alerta;
retorno;
documentos.
54. ACOMPANHANTE
Registrar:
nome;
documento;
telefone;
relação com paciente.
55. RETORNO
Permitir:
retorno médico;
revisão de resultado;
consulta;
teleatendimento quando permitido.
56. PACIENTE NÃO COMPARECEU
Status:
NO_SHOW.
Registrar:
motivo;
contato;
remarcação.
57. CANCELAMENTO
Configurar:
prazo;
motivo;
política;
taxa quando aplicável.
58. CONVÊNIOS
Criar:
convênio;
plano;
contrato;
procedimentos cobertos;
autorizações;
senha;
guia;
validade.
59. AUTORIZAÇÃO
Fluxo:
Solicitação
↓
Convênio
↓
Autorizado
↓
Agendado.
Status:
PENDING
SUBMITTED
APPROVED
DENIED
PARTIAL
EXPIRED.
60. FATURAMENTO
Criar módulo completo.
Registrar:
procedimento;
médico;
anestesista;
sala;
materiais;
medicamentos;
taxas;
convênio;
particular.
61. GLOSA
Criar módulo específico.
Registrar:
guia;
item;
valor;
motivo;
data;
convênio;
recurso;
status.
Status:
IDENTIFIED
UNDER_REVIEW
APPEALED
ACCEPTED
REJECTED
PAID.
62. TABELAS DE PREÇO
Não deixar preços hardcoded.
Permitir:
particular;
convênio;
empresa;
pacote;
procedimento;
material;
taxa;
honorário.
63. PARTICULAR
Paciente pode:
consultar preço;
solicitar orçamento;
agendar;
pagar.
64. ORÇAMENTO
Criar:
procedimento;
honorário;
sedação;
materiais;
taxas;
patologia;
outros.
Paciente pode:
aprovar;
recusar;
pedir esclarecimentos.
65. PAGAMENTOS
Preparar:
cartão;
PIX;
transferência;
outros métodos conforme país.
Não armazenar dados sensíveis de cartão diretamente.
Usar gateways compatíveis.
66. FINANCEIRO
Criar:
contas a receber;
contas a pagar;
fluxo de caixa;
despesas;
receitas;
convênios;
particular;
repasses;
comissões.
67. COMISSÕES
Configurar por:
médico;
anestesista;
procedimento;
unidade;
percentual;
valor fixo.
68. REPASSES
Permitir:
médico;
anestesia;
patologia;
prestadores.
69. ESTOQUE
Controlar:
medicamentos;
materiais;
dispositivos;
luvas;
seringas;
cateteres;
materiais de biópsia;
itens de procedimento.
Registrar:
lote;
validade;
custo;
local;
quantidade.
70. CONSUMO POR PROCEDIMENTO
Ao finalizar o procedimento, permitir registrar:
material utilizado;
medicamento;
quantidade;
lote.
O estoque é baixado automaticamente.
71. RASTREABILIDADE
Conseguir responder:
Qual paciente recebeu determinado lote?
Qual lote foi utilizado em determinado procedimento?
Qual profissional utilizou?
Em qual sala?
Em qual data?
72. COMPRAS
Fluxo:
Solicitação
↓
Aprovação
↓
Pedido
↓
Recebimento
↓
Conferência
↓
Estoque
↓
Fatura
↓
Pagamento.
73. FORNECEDORES
Cadastro:
empresa;
documentos;
contato;
produtos;
contratos;
preços;
histórico.
74. MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS
Registrar:
equipamento;
número de série;
manutenção preventiva;
corretiva;
calibração;
certificados;
garantia;
chamados.
75. ALERTAS DE MANUTENÇÃO
Exemplo:
“Processador X necessita manutenção preventiva.”
“Equipamento Y está próximo da calibração.”
Não permitir uso de equipamento bloqueado conforme regras configuradas.
76. CRM
Registrar:
pacientes;
origem;
indicação;
procedimentos;
retorno;
último contato;
campanhas.
77. COMUNICAÇÃO
Criar:
Paciente ↔ Clínica
Médico ↔ Clínica
Clínica ↔ Laboratório
Clínica ↔ Convênio
Clínica ↔ Fornecedor.
78. NOTIFICAÇÕES
Enviar:
agendamento;
confirmação;
preparo;
lembrete;
autorização;
resultado;
laudo;
pagamento;
retorno.
Canais:
email;
SMS;
WhatsApp;
push.
79. DASHBOARD DA CLÍNICA
Mostrar:
Procedimentos hoje
Pacientes aguardando
Salas ocupadas
Salas disponíveis
Procedimentos em andamento
Recuperação
Laudos pendentes
Patologias pendentes
Autorizações pendentes
Receita
Contas a receber
Glosas
Estoque
Equipamentos.
80. DASHBOARD MÉDICO
Mostrar:
Agenda
Pacientes
Procedimentos
Laudos pendentes
Resultados
Retornos.
81. DASHBOARD ENFERMAGEM
Mostrar:
Pacientes em preparo
Procedimentos
Recuperação
Sinais vitais
Pendências.
82. DASHBOARD ADMINISTRATIVO
Mostrar:
Agenda
Ocupação
Receita
Glosas
Convênios
Custos
Estoque
Produtividade.
83. DASHBOARD PACIENTE
Mostrar:
Próximo procedimento
Preparo
Documentos
Resultados
Laudos
Pagamentos
Agendamentos.
84. INDICADORES OPERACIONAIS
Criar:
taxa de ocupação;
procedimentos por sala;
tempo médio de sala;
tempo de preparo;
tempo de recuperação;
cancelamentos;
no-show;
tempo de emissão de laudo;
pendências de patologia;
uso dos equipamentos;
consumo de materiais.
Não transformar indicadores em julgamento clínico automático.
85. INDICADORES FINANCEIROS
Criar:
receita;
receita por procedimento;
ticket médio;
receita por médico;
receita por unidade;
receita por convênio;
particular;
glosas;
custos;
margem.
86. INDICADORES DE QUALIDADE
Permitir configuração institucional de:
complicações;
reinternações;
cancelamentos;
não conformidades;
eventos adversos;
tempo de espera;
satisfação.
Não definir metas clínicas universais sem validação profissional.
87. EVENTOS ADVERSOS
Criar módulo:
registro;
classificação;
gravidade;
data;
profissional;
procedimento;
conduta;
acompanhamento;
encerramento.
88. NÃO CONFORMIDADES
Registrar:
equipamento;
processo;
material;
documentação;
higienização;
agenda;
administrativo.
Criar fluxo:
OPEN
INVESTIGATION
ACTION_REQUIRED
RESOLVED
CLOSED.
89. IA
Criar camada de IA desacoplada.
A IA poderá:
- resumir prontuário;
- resumir histórico;
- auxiliar na organização do laudo;
- extrair dados de documentos;
- preparar rascunho administrativo;
- identificar campos ausentes;
- resumir resultados;
- gerar comunicação para paciente;
- auxiliar na classificação administrativa;
- auxiliar na análise operacional.
IMPORTANTE:
A IA NÃO deve emitir diagnóstico definitivo.
A IA NÃO deve substituir o endoscopista, anestesista ou outro profissional.
Toda funcionalidade clínica de IA deve ser apresentada como apoio e submetida à validação humana.
90. OCR
Preparar OCR para:
- pedidos médicos;
- documentos;
- carteiras;
- guias;
- laudos externos;
- resultados.
Nunca confiar cegamente no OCR.
Permitir revisão humana.
91. DICOM / PACS
Criar camada de integração.
Não inventar implementação.
Preparar adapters para:
DICOM
PACS
RIS
HIS.
92. HL7 / FHIR
Preparar arquitetura para integração futura com padrões de interoperabilidade em saúde.
Criar adapters.
Não assumir que todos os campos ou APIs externas estarão disponíveis.
93. PRIVACIDADE
Implementar proteção rigorosa para dados de saúde.
Separar:
dados pessoais;
dados clínicos;
dados financeiros;
dados administrativos.
94. AUDITORIA
Registrar:
quem acessou;
quem alterou;
quem visualizou;
quem assinou;
quem exportou;
quem imprimiu;
quem enviou.
Principalmente para:
prontuário;
laudos;
imagens;
vídeos;
prescrições.
95. VERSIONAMENTO
Nunca sobrescrever:
laudo emitido;
prescrição;
consentimento;
documento clínico.
Criar versões.
96. RBAC
Criar:
OWNER
ADMIN
MEDICAL_DIRECTOR
ENDOSCOPIST
ANESTHESIOLOGIST
NURSE
TECHNICIAN
RECEPTION
BILLING
FINANCE
LAB
PATHOLOGY
BUYER
MANAGER
VIEWER.
Permissões granulares por módulo.
97. MULTI-TENANT
Clínica A não pode acessar:
pacientes;
laudos;
imagens;
financeiro;
funcionários;
documentos
da Clínica B.
Isolamento obrigatório.
98. BANCO DE DADOS
Criar no mínimo:
users
personal_profiles
organizations
organization_memberships
roles
permissions
patients
patient_contacts
patient_documents
medical_records
medical_record_versions
appointments
procedures
procedure_types
procedure_templates
procedure_events
rooms
equipment
endoscopes
equipment_maintenance
professionals
teams
preparation_protocols
preparation_records
consents
sedation_records
anesthesia_records
monitoring_events
images
videos
biopsy_samples
sample_events
pathology_orders
pathology_results
reports
report_versions
diagnoses
medications
prescriptions
vital_signs
recovery_records
discharge_records
insurance_companies
insurance_plans
authorizations
billing_items
claims
denials
appeals
inventory
inventory_batches
inventory_movements
purchase_orders
suppliers
invoices
payments
expenses
commissions
messages
notifications
audit_logs.
99. API
Criar:
/api/v1/auth/
/api/v1/users/
/api/v1/organizations/
/api/v1/memberships/
/api/v1/patients/
/api/v1/professionals/
/api/v1/appointments/
/api/v1/procedures/
/api/v1/procedure-types/
/api/v1/preparation/
/api/v1/consents/
/api/v1/anesthesia/
/api/v1/sedation/
/api/v1/monitoring/
/api/v1/equipment/
/api/v1/endoscopes/
/api/v1/images/
/api/v1/videos/
/api/v1/biopsies/
/api/v1/pathology/
/api/v1/reports/
/api/v1/invoices/
/api/v1/payments/
/api/v1/insurance/
/api/v1/authorizations/
/api/v1/billing/
/api/v1/denials/
/api/v1/inventory/
/api/v1/purchases/
/api/v1/suppliers/
/api/v1/notifications/
/api/v1/messages/
/api/v1/reports/
/api/v1/marketplace/.
Documentar tudo com OpenAPI/Swagger.
100. AGENDA INTELIGENTE
A disponibilidade deve considerar simultaneamente:
paciente;
médico;
anestesista;
enfermagem;
sala;
equipamento;
endoscópio;
tempo de preparo;
tempo de procedimento;
tempo de limpeza;
tempo de recuperação.
Não considerar apenas o horário do médico.
101. MOTOR DE AGENDA
Exemplo:
Procedimento começa:
09:00
Duração estimada:
40 minutos
Limpeza:
20 minutos
Recuperação:
60 minutos.
O sistema deve reservar os recursos correspondentes.
102. PROCEDIMENTOS COM RECURSOS DIFERENTES
Cada procedimento pode exigir:
sala;
equipamento;
profissional;
anestesia;
enfermagem;
materiais.
Esses requisitos devem ser configuráveis.
103. OFFLINE
O módulo de procedimento deverá funcionar parcialmente offline quando necessário.
Permitir registrar:
- sinais vitais;
- eventos;
- imagens;
- observações;
- checklist.
Sincronizar depois.
Criar resolução de conflitos.
104. MOBILE
Preparar aplicativo futuro para:
Médico
Enfermagem
Paciente
Gestor.
105. MÓDULO PACIENTE
Permitir:
agendar;
cancelar;
confirmar;
receber preparo;
assinar consentimento;
ver resultados;
ver laudos;
pagar;
baixar documentos.
106. MÓDULO B2B
Uma clínica poderá contratar:
laboratório;
patologia;
manutenção;
limpeza;
TI;
equipamentos;
profissionais;
anestesia.
Criar:
solicitação;
cotação;
proposta;
aprovação;
pedido;
execução;
fatura.
107. MARKETPLACE
Criar marketplace para:
clínicas;
endoscopistas;
serviços de diagnóstico;
laboratórios;
patologia;
serviços hospitalares;
manutenção de equipamentos;
fornecedores.
108. UM ÚNICO LOGIN
Exemplo:
Maria
↓
Minha conta
↓
Paciente em Clínica ABC
↓
Médica em Clínica XYZ
↓
Administradora em Clínica DEF
↓
Compradora de equipamentos em Empresa GHI.
Tudo sem novo login.
109. MOTOR DE CONFIGURAÇÃO
Não deixar protocolos, preços, campos ou regras hardcoded.
Criar:
RULE_ENGINE
PROTOCOL_ENGINE
FORM_ENGINE
PRICING_ENGINE
SCHEDULING_ENGINE
NOTIFICATION_ENGINE.
110. CONFIGURAÇÃO POR CLÍNICA
Cada organização pode ativar:
endoscopy_upper
colonoscopy
ERCP
EUS
enteroscopy
bronchoscopy
cystoscopy
pathology
anesthesia
hospitalization
billing
insurance
etc.
111. PREÇOS
Permitir:
particular;
convênio;
empresa;
pacote;
procedimento;
honorário;
sedação;
anestesia;
material;
patologia;
taxas.
112. ASSINATURAS
Preparar:
pacotes preventivos;
programas empresariais;
contratos;
planos.
Não criar automaticamente produtos de seguro.
113. DOCUMENTAÇÃO
Gerar:
pedido;
consentimento;
checklist;
laudo;
relatório;
prescrição;
atestado quando permitido;
orientação;
fatura.
114. PDF PREMIUM
Laudos e documentos devem ter:
logo;
identificação;
paciente;
procedimento;
data;
profissional;
imagens selecionadas;
texto estruturado;
assinatura;
QR Code;
ID;
versão.
115. PORTAL DE VALIDAÇÃO
Criar:
/validar-documento/{id}
Mostrar:
documento válido;
versão;
data;
profissional;
instituição;
status.
Não revelar informações clínicas desnecessárias.
116. FINANCEIRO POR PROCEDIMENTO
Cada procedimento deve poder calcular:
receita;
honorário;
anestesia;
materiais;
medicamentos;
patologia;
taxas;
custo estimado;
margem.
117. CUSTO REAL
Permitir registrar:
tempo de sala;
profissional;
equipamento;
material;
medicamentos;
patologia;
limpeza;
manutenção.
Calcular custo operacional.
118. ESTOQUE POR PROCEDIMENTO
Ao concluir:
baixa automática dos materiais utilizados.
Permitir correção autorizada.
Registrar lote.
119. COMPRAS
Permitir:
requisição;
cotação;
comparação;
aprovação;
pedido;
recebimento;
estoque.
120. RELATÓRIOS
Criar:
produção;
ocupação;
tempo de sala;
procedimentos;
médicos;
convênios;
particular;
glosas;
receita;
custos;
estoque;
equipamentos;
manutenção;
patologia;
laudos pendentes;
cancelamentos;
no-show.
121. RELATÓRIO EXECUTIVO
Dashboard:
Receita
Procedimentos
Ticket médio
Ocupação
Margem
Glosas
Custos
Produtividade
Pendências.
122. QUALIDADE
Criar módulo de qualidade:
não conformidades;
eventos adversos;
reclamações;
auditorias internas;
planos de ação.
123. SATISFAÇÃO
Paciente pode avaliar:
atendimento;
recepção;
tempo de espera;
estrutura;
comunicação;
experiência geral.
Não transformar avaliação em julgamento clínico automático.
124. CRM
Segmentar pacientes por:
procedimento;
data;
origem;
retorno;
convênio;
particular;
status.
Criar campanhas administrativas.
125. ALERTAS OPERACIONAIS
Exemplo:
“Equipamento bloqueado.”
“Endoscópio aguardando processamento.”
“Paciente sem consentimento.”
“Autorização pendente.”
“Laudo pendente.”
“Patologia pendente.”
“Estoque abaixo do mínimo.”
“Procedimento sem profissional atribuído.”
126. IA ADMINISTRATIVA
A IA pode ajudar a:
- resumir agenda;
- resumir pendências;
- gerar relatórios administrativos;
- identificar dados incompletos;
- organizar documentos;
- auxiliar na comunicação.
127. IA CLÍNICA
Somente como apoio.
Nunca:
- diagnóstico definitivo;
- decisão autônoma;
- prescrição autônoma;
- alteração automática do prontuário.
Sempre exigir validação profissional para conteúdo clínico relevante.
128. TECNOLOGIA
Preferencialmente:
BACKEND
Python + FastAPI
DATABASE
PostgreSQL
CACHE
Redis
TASK QUEUE
Celery ou equivalente
FRONTEND
Next.js + React
UI
Tailwind CSS
STORAGE
S3-compatible
gerador profissional
API
REST + OpenAPI.
Se escolher outra stack, justificar tecnicamente.
129. SEGURANÇA
Implementar:
JWT/OAuth2
RBAC
2FA
rate limiting
CORS
CSRF quando aplicável
SQL injection protection
XSS protection
IDOR protection
secure file upload
criptografia
logs
auditoria.
130. PROTEÇÃO DE DADOS DE SAÚDE
Tratar dados clínicos como altamente sensíveis.
Implementar:
least privilege;
controle de acesso;
logs;
criptografia;
retenção;
exportação;
anonimização;
consentimento;
políticas de acesso.
131. TESTES
Criar testes unitários, integração e E2E para:
login;
multi-tenant;
RBAC;
paciente;
agenda;
sala;
equipamento;
endoscópio;
preparo;
consentimento;
procedimento;
sedação;
anestesia;
monitorização;
imagens;
vídeos;
biópsias;
patologia;
laudos;
estoque;
faturamento;
convênio;
glosa;
B2B;
marketplace.
Testar especialmente:
DOIS PACIENTES NÃO PODEM RESERVAR O MESMO RECURSO.
DOIS PROCEDIMENTOS NÃO PODEM UTILIZAR O MESMO ENDOSCÓPIO NO MESMO PERÍODO.
UM PROFISSIONAL NÃO PODE SER ALOCADO A DOIS PROCEDIMENTOS CONFLITANTES.
132. DADOS DEMO
Criar ambiente de demonstração com:
5 clínicas;
20 médicos;
10 anestesiologistas;
30 profissionais de enfermagem;
500 pacientes;
1000 procedimentos;
salas;
equipamentos;
endoscópios;
laudos;
imagens;
biópsias;
resultados;
convênios;
financeiro;
estoque.
133. EXEMPLOS DE PROCEDIMENTOS DEMO
Criar:
Endoscopia Digestiva Alta
Colonoscopia
Retossigmoidoscopia
Ecoendoscopia
CPRE
Enteroscopia.
Preparar outros módulos como opcionais.
134. ARQUITETURA FINAL
LOGIN ÚNICO
│
┌───────────────┴───────────────┐
│ │
MINHA CONTA EMPRESAS
│ │
PACIENTE ┌──────┴──────┐
│ │ │
MEUS EXAMES VENDE COMPRA
│ │ │
└──────────┐ └──────┬──────┘
│ │
PROCEDIMENTOS B2B
│ │
┌───────────┼────────────┐ │
│ │ │ │
PREPARO ENDOSCOPIA PATOLOGIA │
│ │ │ │
└───────────┼────────────┘ │
│ │
LAUDO │
│ │
PACIENTE │
│ │
ACOMPANHAMENTO │
│ │
└─────────┬──────────┘
│
MARKETPLACE
│
B2C/B2B
---
# 135. PRINCÍPIO FUNDAMENTAL
Não construir apenas:
"um sistema para marcar endoscopia".
Construir uma:
**PLATAFORMA OPERACIONAL DE ENDOSCOPIA + PRONTUÁRIO + PROCEDIMENTOS + IMAGENS + PATOLOGIA + ANESTESIA + FATURAMENTO + GESTÃO + B2B + MARKETPLACE.**
O sistema deve conectar:
PACIENTE
↓
PREPARO
↓
CHECK-IN
↓
EQUIPE
↓
SALA
↓
EQUIPAMENTO
↓
PROCEDIMENTO
↓
SEDAÇÃO/ANESTESIA
↓
IMAGEM
↓
BIÓPSIA
↓
PATOLOGIA
↓
LAUDO
↓
RECUPERAÇÃO
↓
ALTA
↓
FATURAMENTO
↓
ACOMPANHAMENTO.
---
# 136. REGRA FINAL DE DESENVOLVIMENTO
Não entregar apenas:
- wireframe;
- pseudocódigo;
- arquitetura conceitual;
- telas estáticas.
Quero código funcional.
Quando alguma integração externa exigir credenciais:
criar adapter;
criar mock;
documentar;
deixar pronto para substituição pela integração real.
---
# 137. ENTREGA FINAL
Entregar:
1. Arquitetura.
2. Banco de dados.
3. Backend.
4. Frontend.
5. API.
6. Autenticação.
7. Multi-tenant.
8. RBAC.
9. Paciente.
10. Prontuário.
11. Agenda.
12. Preparo.
13. Consentimento.
14. Check-in.
15. Procedimentos.
16. Endoscopia digestiva alta.
17. Colonoscopia.
18. Procedimentos avançados.
19. Sedação.
20. Anestesia.
21. Monitorização.
22. Salas.
23. Equipamentos.
24. Endoscópios.
25. Rastreabilidade.
26. Imagens.
27. Vídeos.
28. Biópsias.
29. Patologia.
30. Laudos.
31. Recuperação.
32. Alta.
33. Convênios.
34. Autorizações.
35. Faturamento.
36. Glosas.
37. Estoque.
38. Compras.
39. Fornecedores.
40. Financeiro.
41. CRM.
42. Notificações.
43. Mensagens.
44. B2B.
45. Marketplace.
46. IA preparada.
47. Auditoria.
48. RGPD.
49. Docker.
50. Seeds.
51. Testes.
52. README.
---
# 138. AUDITORIA FINAL OBRIGATÓRIA
Antes de considerar o sistema concluído, faça uma auditoria técnica completa procurando:
- falhas de segurança;
- vazamento entre organizações;
- acesso indevido a prontuários;
- falhas de permissão;
- double booking;
- conflito de sala;
- conflito de equipamento;
- conflito de profissional;
- falha de rastreabilidade;
- perda de imagens;
- perda de vídeos;
- alteração indevida de laudo;
- problemas de versionamento;
- problemas de estoque;
- problemas de faturamento;
- falhas de sincronização offline;
- problemas de concorrência;
- problemas de privacidade;
- problemas de performance.
Corrija os problemas encontrados.
O resultado deve ser uma base REAL para produção, preparada para crescer de uma clínica de endoscopia para uma rede de centros de diagnóstico e procedimentos, sem necessidade de reconstruir a arquitetura.
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